Revoada de balões nas fantásticas chaminés de fada.
No epicentro histórico complexo das terras áridas cênicas do interior turco Anatólico de séculos, os escombros vulcânicos eclesiásticos e escarpas afiadas pontiagudas esculpiram fadas bizarras de poeira rósea e cavernas enigmáticas antigas.
Passear em solo místico e habitá-los reverenciando tapetes ou mosaicos cravados aos subterrâneos de rochas acalma os ares misteriosos turcos repletos dos cantos minaretes, seduzindo os olhares de ocidentais acostumados com esferas rasas planas, transportando almas milenares encarnadas a outro esplendor místico.
O luxo da câmara incrustada sob as encostas antigas troglodita remete ao refúgio sagrado fresco ao estival ou calor aos ares da neve invernal do planalto central recheado de mobiliárias tecidos intricados requintados num banheiro lapidado sem aflição do primitivo desolador que habita alhures rudes em tempos mortos escuros isolados.
Observar ou participar à dança voadora nas colinas coroadas pelo maçarico aquecido flutuando sob o vale escorpião ou avermelhado do amor despontando o feixe fulgurante raiado despontando ao longe compõem relíquias poéticas fixadas em almas regado no pouso vitorioso regado no champanhe cênico efervescente e silenciante das pombas aéreas estáticas suspensas celestiais.
Beber na secura de um deserto acidentado acusa acidez frutífera preciosa em raras provas em vinícolas incrustada nos desfiladeiros onde gerações preservam métodos puristicos ocultos do agrotóxico global na maestria turca de provar sabores e romãs cristalinas doces frescas de acuidade celestial no ar da antiga bizântica rota incrustada ali oculta na poeira alocada nas escarpas misteriosas e atemporais.
O entardecer brilha sobre a pele quando sobre o dócil equino puro árabe desce sem motores ou pó enevoante ao lado das antigas escadarias cruas desérticas sob ruínas rurais e nogueiras velhas observando vales não abarcáveis por lentes repletas na meditação silenciosa contemplativa natural na vida.